Nesta quinta-feira (28), a situação ficou mais clara: Bolsonaro exigiu que o ministro Sergio Moro “desconvidasse” a cientista política Ilona Szabó para assumir uma suplência no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

Os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Carlos Alberto Santos Cruz (Secretaria Geral) chegaram argumentar com o presidente de que a indicação deveria ser mantida, e que seria um desgaste para Sergio Moro ter de recuar de uma escolha para um cargo sem nenhuma importância. Bolsonaro, no entanto, foi inflexível, não ouviu ninguém e exigiu que a indicação fosse revertida.

Pouco depois o ministro anunciou que desistira de nomear Ilona.