A expectativa anterior, segundo fontes das próprias concessionárias, era a que de reivindicariam não mais do que a reposição inflacionária em razão da alta temperatura das discussões administrativas e judiciais que, nos últimos meses, afetaram as relações com o governo estadual, o Ministério Público Federal, a Justiça e a opinião pública.

Prevaleceram os cálculos usuais de custos que levam em conta não apenas o índice de inflação, mas também outros fatores, como o encarecimento de insumos, realização de obras emergenciais e reequilíbrios econômico-financeiro das concessionárias, degraus tarifários etc.

Das seis concessionárias, apenas a Econorte não fez pedido de reajuste. Continua com problemas judiciais que a obrigaram a fechar uma praça de pedágio (Jacarezinho), reduzir em 26% as tarifas vigentes e ainda teve bloqueio de R$ 1 bilhão.

Os índices ficaram assim:

Caminhos do Paraná: 8,4%

Viapar: 17,6% (sendo 7,79% do reajuste anual e o restante de degrau tarifário). A tarifa de R$ 13,40 para automóveis passará para R$ 15,80

Rodonorte: 6,66%

Ecocataratas: 7,66%

Ecovia: 7,91%. A tarifa para carros de passeio subirá de R$ 19,40 para R$ 20,90