Reportagem clássica retrata colapso do regime soviético.

 

Livro O túmulo de Lênin

Publicado originalmente em 1993, mas que só agora chega ao Brasil, o livro “O túmulo de Lênin – os últimos dias do império soviético”, de David Remnick, tornou-se um clássico do jornalismo contemporâneo. Atual diretor da revista New Yorker, conhecida pela qualidade inigualável de suas reportagens, David Remnick foi correspondente do Washington Post na Rússia entre 1985 e 1991. Durante aqueles anos, assistiu à desintegração do império soviético e a sua transformação numa democracia turbulenta. As centenas de reportagens que produziu à época são a matéria?prima deste relato vencedor do prêmio Pulitzer, o mais prestigioso do jornalismo mundial. Remnick esteve por toda parte. Visitou minas de carvão. Foi a estações de trem em busca de pedintes, ladrões e viajantes. Esteve nas fazendas da elite, foi à casa de dissidentes do governo e também registrou o relato de fervorosos antissemitas. Como num grande romance russo, todos têm o que dizer. Contradizendo uns aos outros, eles compõem um retrato exuberante de um povo ciente de que a história estava se movendo sob seus pés. O livro, uma edição da Companhia das Letras, tem 736 páginas, pesa 1.089 kg, e custa R$ 94,49. O tradutor é José Geraldo Couto.

 

 

Um coentário em “Reportagem clássica retrata colapso do regime soviético.

  1. Tenho a clara impressão, embora ainda sem ter lido o livro, que se trata de uma obra imperdível para quem busca a verdade sobre os últimos dias do império vermelho. Fala-se muito agora sobre o início da revolução russa, mas o fim, 70 anos depois, é tão ou mais importante.

    Pedro Octaviano Aleixo.

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